Time Construai, sexta-feira, dia 22 de maio. Antes de tudo, uma palavra que eu não digo o suficiente: “obrigado”. Vocês seguraram uma semana puxada — cliente comparando até parafuso, obra que demora a fechar, fluxo irregular — e a loja não parou. Reconhecer isso é o primeiro passo de uma sexta bem feita.
Mas calma, sexta não é só pra agradecer. Hoje é a porta da última semana de maio: faltam apenas SEIS dias úteis pra cravar o mês. Quem está em 90%, hoje é a chance de virar tranquilo no sábado. Quem está em 60%, presta atenção: cada cliente que entra agora pesa o triplo. Não existe “semana que vem eu corro” — semana que vem é JUNHO.
As cinco dicas de hoje carregam o mesmo fio: fechamento sem deixar o cliente sair, atenção sem custo, e mais um produto no carrinho sem forçar a barra. Faça as três ações de bolso e anote no caderno o que aprendeu. Quando a meta de maio bater na próxima sexta, esse caderno é o seu troféu. Vamo, Construai!
A maior parte das vendas perdidas no balcão sai pela porta dizendo “vou pesquisar e volto” — e o motivo quase sempre é frete e prazo desconhecidos. Inverta a ordem: ANTES de cotar o material, peça o CEP da obra e calcule tudo na frente do cliente. Quando você devolve preço cheio (mercadoria + frete + entrega na quinta), o cliente NÃO TEM mais o que pesquisar — porque a concorrência ainda vai precisar pedir o endereço dela.
Fonte: Gustavo Onilde (@gustavoonilde) — vendas práticas no balcão + IEV Vendas 2026
Toda sexta às 17h, abra a lista de clientes da semana e dispare UMA mensagem nominal, curta, sem foto, sem promoção, sem link de catálogo: “Boa obra no fim de semana, seu João! Qualquer aperto, me chama aqui. Abraço, Pedro da Construai.” Levou 40 segundos por cliente. Na semana seguinte ele lembra de você ANTES de abrir o Google — e essa é a definição de pós-venda que vira recompra.
Fonte: Camila Salek (@camilasalek) — varejo experiencial e cuidado com o cliente + Endeavor Brasil 2026
O ticket morre nos 90 segundos finais — entre “mais alguma coisa?” e a maquininha. Resolva isso com objeto físico: uma caixa de madeira ao lado do PIN-pad com 8 a 10 itens de até R$ 10 (broca 6mm, veda-rosca, par de luva, lápis de pedreiro, pincel descartável). Não pergunte “precisa de mais?” — pergunte apontando: “leva esse aqui por dez reais?”. A taxa de aceite gira em 25–35% e turbina margem de itens esquecidos.
Fonte: Michel Jasper (@micheljasper) — inteligência de varejo e curva de margem + Sebrae Varejo 2026
Quem não mede o esforço, mede só sorte. Crie um placar de “tentativa”, não de venda: cada vez que o vendedor SUGERIU um item complementar (tentou cross-sell), risca um traço atrás da comanda. Sexta o gerente soma os tracinhos do time inteiro. Não importa se o cliente aceitou — importa quem TENTOU 40 e quem TENTOU 8. A diferença de ticket médio nas próximas duas semanas se explica nesse risco.
Fonte: Leandro Rosadas (@leandrorosadas) — disciplina de varejo + Mapa da Obra 2026
Cliente que está em obra no fim de semana não sabe se você abre sábado. Conta pra ele com PAPEL, não com palavra: um A4 impresso colado na porta às 17h de sexta. Tira foto, joga no status do WhatsApp do vendedor, do gerente e da loja. Custou um papel A4, mas você ganhou: cliente que ia pro concorrente sábado de manhã + cliente que esqueceu o item e veria a foto do status. Última sexta de maio é hoje — capriche na frase.
Fonte: Thiago do Varejo (@thiago.varejo) — operação de loja física + Suvinil Manual do Pintor 2026