Sexta-feira, time! E antes de qualquer coisa, quero que cada um de vocês pare por um minuto e pense no que conquistou essa semana. Não precisa ser a maior venda do ano — pode ser aquele cliente difícil que vocês conseguiram atender com paciência, aquela prateleira que ficou impecável, ou aquele follow-up no WhatsApp que trouxe o cliente de volta.
A gente vive correndo atrás de meta, e tá certo. Mas se não celebrar as pequenas vitórias, o combustível acaba. E eu vejo vocês, nas 260 lojas, fazendo acontecer todo dia. Isso tem valor. Isso constrói a Construai que a gente quer.
Então hoje, antes de fechar a loja, façam o exercício: anotem três coisas que deram certo essa semana. Compartilhem com o colega do lado. Celebrem juntos. E na segunda, a gente volta com a energia lá em cima. Bom fim de semana, guerreiros!
Quando o cliente pede cimento, argamassa ou tinta, faça três perguntas antes de fechar: “Você já tem a fita veda-rosca?”, “Precisa de lixa ou lona de proteção?”, “E o EPI pra obra, tá em dia?”. Não é empurrar produto — é garantir que o cliente não volte pra casa e tenha que retornar no dia seguinte. Uma loja em Curitiba aumentou 23% do faturamento só com essa prática de checklist no balcão. Treine o time para pensar na obra completa, não só no item do momento.
O produto que fica na prateleira de baixo é invisível. Coloque os itens de maior margem e giro na altura dos olhos do cliente — entre 1,20m e 1,60m. Posicione produtos complementares lado a lado: serra circular junto com lâminas, canos de PVC com veda-rosca. Essa organização “fala” pelo vendedor e acelera a decisão. Revise a disposição das gôndolas toda sexta-feira pra começar a semana seguinte com a loja impecável.
O cliente comprou e saiu da loja. No dia seguinte, mande uma mensagem simples: “Oi, [nome]! Tudo certo com o material? Qualquer dúvida, estou aqui.” Com taxa de abertura acima de 90%, o WhatsApp é o canal perfeito para pós-venda. Essa atitude constrói confiança, gera indicações e faz o cliente voltar. Reter clientes custa até 25 vezes menos que conquistar novos. Crie uma rotina diária: 10 minutos antes de abrir, mande follow-up para os clientes do dia anterior.
Quando o cliente diz “é caro”, não contra-ataque. Use a técnica do espelho: repita a objeção como pergunta — “Você acha que está caro em relação a quê?”. Isso faz o cliente verbalizar o real motivo da resistência, que quase sempre é falta de percepção de valor, não preço. Aí você reforça o benefício: durabilidade, garantia, economia na obra. Quem ouve primeiro, fecha mais. Pratique a escuta ativa e transforme cada “não” em oportunidade.
Antes de fechar a loja hoje, pegue um papel e anote três conquistas da semana — pode ser uma venda especial, um cliente que elogiou, ou um processo que melhorou. Compartilhe com o time. Celebrar pequenas vitórias cria consistência e motivação. Times que reconhecem progresso têm mais energia pra entregar na semana seguinte. Faça disso um hábito de sexta: 5 minutos de “colheita” antes de ir embora. O combustível do vendedor não é só meta — é reconhecimento.